Inclusão Pela Arte: Cauã Menezes Promove Oficina de Desenho e Pintura em Brasiléia

O lançamento do emocionante curta-metragem acreano “Bárbara: A Menina de Olhos Vazios”, que aconteceu nesta sexta-feira, 28 de novembro, na Escola Infantil Vitória Salvatierra Cesar, em Brasiléia (AC), foi complementado por uma valiosa contrapartida social realizada pelo diretor, ilustrador e desenhista Cauã Menezes.

A Magia da Animação Transforma o Aprendizado

Cauã Menezes, também produtor do filme, dedicou tempo e talento para realizar uma oficina de desenho e pintura com as crianças da escola. A atividade foi diretamente ligada ao universo da animação, permitindo que os alunos interagissem de forma prática com os personagens de “Bárbara – A menina de olhos vazios”.

Utilizando lápis de colorir, as crianças tiveram acesso às figuras e imagens dos principais personagens, podendo dar cores e vida a eles, estimulando a criatividade e a expressão artística.
A oficina foi além da pintura. Menezes também promoveu uma roda de conversa com os alunos, compartilhando a “magia do mundo da animação e do desenho”. Esse diálogo não apenas despertou o interesse dos pequenos pela produção artística, mas também serviu para aprofundar os temas centrais do filme – inclusão, diversidade e superação – que são essenciais para o desenvolvimento emocional e o alinhamento com as propostas pedagógicas da escola.

Fortalecendo a Mensagem de Inclusão

A escolha da Escola Infantil Vitória Salvatierra Cesar para a estreia do filme e para a realização da oficina não foi por acaso. A escola é reconhecida por seu compromisso com práticas pedagógicas inclusivas.

A obra, dirigida por Menezes e produzida pela Som Poético Filmes, conta a história de Bárbara e Clara, que, através da imaginação e da amizade, superam limitações. A contrapartida social de desenho e pintura permitiu que a mensagem de “como a imaginação pode aproximar corações”, citada por Cauã Menezes, fosse sentida e vivenciada em primeira mão pelas crianças.

A oficina e a exibição do curta, financiados pelo Programa Nacional Aldir Blanc (PNAB), reafirmam o papel das políticas culturais na promoção de narrativas transformadoras e na utilização da arte como uma poderosa ferramenta para o aprendizado, o diálogo e a sensibilidade no ambiente escolar. A atividade de colorir deu um toque afetivo e palpável ao projeto, fazendo com que cada criança se sentisse, como desejou a autora Anny Cristhiny, “reconhecida e abraçada pela história.”

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